Luciana Assumpção

Obra: XôôôôôôEnxaqueca!!!!

@luciana_assumpcao

Paola Lopes

Obra: Sensibilidade

@paolalopesinsta

Adolfo Morandini

Obra: Contraluzes

morandini.com.br

Mariane Morandini

Obra: Furta-cor

marianemorandini.com.br

Claudia Saller

Obra: Eclipse

@claudiasaller.art

Cuscua

Obra: Metamorfose

@cuscuaart


O cérebro atende as mudanças profundas de nossas vidas em seu constante comando. 
A riqueza em profundidade e transformações durante toda a vida. Os pensamentos, os alertas, os sentimentos, as memórias , os traumas, as regras, orientações e direções… As dores a nos dizer o quanto estamos vivos e nos alertando de que algo precisa mudar. 
O cérebro “Metamorfose” fala exatamente dessas profundas transformações que temos no decorrer da vida e também a “água” na obra aponta metaforicamente a profundidade em que tudo é processado assim como a conexão com a essência de nosso corpo fisico para transporte de nutrientes. O cérebro é majoritariamente composto por água, sendo essencial para as suas funções vitais e para a manutenção da sua estrutura. 
A enxaqueca ligada também a pensamentos tumultuados, névoa mental, confusão de raciocínio, estresse, etc… 

Assim, o cérebro metamorfose utiliza a “água “ em sua profundidade e importância tanto física como metafórica para o corpo e vida humana. 
É uma obra abstrata expressionista onde se pode ver imagens abstratas e mensagens intermediadas a energia do contexto em que se faz a metamorfose em movimento e profundidade. 

Claudia Lente

Obra: Metamorfose da dor

@claudialente_artes


Metamorfose da Dor narra, em três tempos visuais, a travessia da mente pela experiência da enxaqueca. A aura vem representada na base da obra, com uma imagem que provoca ilusão de ótica/ confusão visual, comumente relatados por pacientes que sofrem desse mal.
Subindo para o cérebro, de um lado há contorção em escuridão e tensão. Pregos e parafusos em formações   espinhosas, traduzem o caos interno, a dor surda e invasiva. As correntes representam o pensamento preso e bloqueado, a alma enclausurada.

Do outro lado, nasce o alívio. As linhas se soltam, florescem em arabescos. Borboletas livres e delicadas aparecem, algumas emergindo de fios que antes as prendiam. A mente volta a respirar, a dor se dissolve — e o voo recomeça.
Uma escultura sobre o que nos atravessa, nos desmonta, e também nos reconstrói.

Fefe Talavera

Obra: Céu de ossos, Serpentes em transe

@fefetalavera


Cérebro branco como altar.
As serpentes negras se enroscam em silêncio,
sussurrando dores antigas,
feitiços de pensamento,
memórias em loop.
Entre a luz e o veneno, um transe.

Rukin

Obra: After the Brain Storm, 2025

@rukin563


Em um evento promovido pela ABRACES, a arte se transforma em uma ferramenta poderosa de conscientização sobre a enxaqueca, uma condição que afeta cerca de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo.
A obra “After the Brain Storm”, 2025, criada por Rukin, é um diálogo visual entre as dualidades do cérebro, dividida em duas cores que dançam em harmonia.

De um lado, um fundo pink evoca a tempestade, crise da enxaqueca. Nuvens se acumulam, raios, chuva e vento se entrelaçam e formam o espiral. Estrelas e objetos pontiagudos também vêm para ajudar a compor o cenário que retrata a intensidade do sofrimento.
No lado oposto, um suave verde água emerge como um sussurro de cura e esperança. Este lado representa o alívio  que se segue à tempestade, embora o cérebro ainda carregue vestígios da dor, como cicatrizes que falam de resiliência e superação.

Aristides Jaguar

Obra: How Much Relief?

Gilberto Raimund

Obra: Luz da Dor

@gilbertoraimund

Juliane Mercante

Obra: EMHA and International advocates working together for Migraine

@julianeppmpsicologia

Erica Mizutani

Obra: Minhocas na Cabeça

@ericamizutani

Paulo Lionetti

Obra: Jornada emocional

@paulolionetti